Exibição do documentário “As Bicicletas e a Cidade”

Durante o século XX, a cidade de Joinville, sul do Brasil, experimentou uma fase de intensa industrialização, recebendo milhares de migrantes em busca de trabalho. Nesse período, as bicicletas tornaram-se o principal meio de transporte da população, fazendo com que Joinville ficasse conhecida como a “Cidade das Bicicletas”. Mas este título não durou para sempre!

Para quem estiver em Curitiba, nesta 6a feira dia 24/03 às 20h, farei a exibição do meu documentário: “As Bicicletas e a Cidade”. Após a exibição haverá um debate / roda de conversa com Fernando Rosenbaum, da Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu sobre mobilidade e cicloativismo.

Entrada franca!

Local:

Anfiteatro 800 da UFPR – Ed. Dom Pedro I – 8º andar

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Evento Eficiência Energética: Política, Iniciativas e Oportunidades

O escritório De Paola & Panasolo Sociedade de Advogados em em parceria com a Câmara Brasil-Alemanha (AHK), Roadimex Ambiental e Petinelli – Soluções em Green Building promoverá no dia 23 de março o evento “Eficiência Energética: Política, Iniciativas e Oportunidades”.

As palestras terão como principal objetivo quebrar um paradigma: que para ser mais eficiente (reduzir o custo de operação) é necessário um investimento inicial maior.  Através de vários estudos de caso reais, será apresentado como é possível reduzir o consumo de energia de um edifício pela metade com zero custo adicional de obra.

Também serão apresentados alguns dos primeiros edifícios Net Zero Energia em operação no Brasil.

O evento acontecerá no 23 de março de 2017, das 08h30 ás 11h30
Local: De Paola & Panasolo – Sociedade de Advogados
Rua Jaime Balão, 331 – Hugo Lange – Curitiba – PR

Lançamento do BPBES

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Na semana, passada, dia 21 de fevereiro, houve o evento Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos: a interface entre ciência e política, organizado pela FAPESP no âmbito do projeto BIOTA.topo_ibpbes

Nele serão apresentados os resultados dos dois primeiros diagnósticos feitos pela Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), e será feito o lançamento da Plataforma Brasileira sobre Biodiversidade e Serviços Ecosistêmicos (BPBES).

O BPBES terá o objetivo de produzir o primeiro Diagnóstico Brasileiro de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos. Da mesma forma que o IPBES, a BPBES irá usar a base científica para reforçar a interface entre ciência e política para conservação, restauração e uso sustentável da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos.

A coordenadora do Studio Cidades e Biodiversidade, Dra. Tatiana Gadda, estava presente. O evento será na FAPESP, em São Paulo. Mais informações no site do evento.

As apresentações sobre o BPBES estão disponíveis aqui:

Leia aqui o artigo na Malaysia Sun: Brazil: New biodiversity platform to support environmental policymaking

Morador de Colombo cria barreira para evitar lixo no Rio Atuba

“Uma cidade com tantos rios, com tantos parques que sustenta o título de ‘Capital Ecológica’ precisava de mais Diegos”

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Um vendedor ambulante de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, ficou famoso nas redes sociais após começar um trabalho para diminuir a poluição no Rio Atuba. Diego Saldanha de Melo criou uma barreira ecológica, com galões flutuantes, para impedir que parte da sujeira que desce pela água cause transtornos como enchentes nos bairros por onde o rio cruza. A fama veio quando ele publicou vídeos do trabalho que realiza no Rio Atuba. Mais de 2 milhões de pessoas já visualizaram o vídeo em que ele retira o lixo do local.

Diego mora perto do rio desde criança. Quando era pequeno, conta, ele gostava de tomar banho e pescar no local. Hoje, com a sujeira, não há mais peixes. “Como sou vizinho desse rio há 30 anos, eu ficava olhando e achava absurdo o que eu via, principalmente em dia de chuva, que desce muito lixo. Então, fiz essa barreira para contribuir mesmo”, diz. A barreira funciona de forma simples. Os galões amarrados impedem que o lixo que boia na água continuem seguindo o caminho do rio. Diego, então, faz uma pescaria e retira todo o material.

Embora a barreira não tenha nenhum aparato tecnológico, ela ajudou a tirar do rio objetos que vão desde garrafas pet, até coisas inusitadas, como fogões, sofá, microondas, skate e uma bateria de carro, produto altamente agressivo ao meio-ambiente, que exige descarte especializado. “Na minha infância, eu cheguei a nadar no rio, pegar peixe. E não foi uma ou duas vezes. Mas, de um tempo para cá, eu sinto pelos meus filhos que me perguntam e não tem nem condição o rio”, lamenta. Diego diz que ainda não sabe o que fazer com o lixo reciclável, mas afirmou que pretende pedir ajuda da prefeitura para a coleta do lixo que não pode mais ser reutilizado.

Veja o vídeo aqui: Paraná RPC