Lançamento do BPBES

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Na semana, passada, dia 21 de fevereiro, houve o evento Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos: a interface entre ciência e política, organizado pela FAPESP no âmbito do projeto BIOTA.topo_ibpbes

Nele serão apresentados os resultados dos dois primeiros diagnósticos feitos pela Plataforma Intergovernamental sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES), e será feito o lançamento da Plataforma Brasileira sobre Biodiversidade e Serviços Ecosistêmicos (BPBES).

O BPBES terá o objetivo de produzir o primeiro Diagnóstico Brasileiro de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos. Da mesma forma que o IPBES, a BPBES irá usar a base científica para reforçar a interface entre ciência e política para conservação, restauração e uso sustentável da biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos.

A coordenadora do Studio Cidades e Biodiversidade, Dra. Tatiana Gadda, estava presente. O evento será na FAPESP, em São Paulo. Mais informações no site do evento.

As apresentações sobre o BPBES estão disponíveis aqui:

Leia aqui o artigo na Malaysia Sun: Brazil: New biodiversity platform to support environmental policymaking

Morador de Colombo cria barreira para evitar lixo no Rio Atuba

“Uma cidade com tantos rios, com tantos parques que sustenta o título de ‘Capital Ecológica’ precisava de mais Diegos”

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Um vendedor ambulante de Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, ficou famoso nas redes sociais após começar um trabalho para diminuir a poluição no Rio Atuba. Diego Saldanha de Melo criou uma barreira ecológica, com galões flutuantes, para impedir que parte da sujeira que desce pela água cause transtornos como enchentes nos bairros por onde o rio cruza. A fama veio quando ele publicou vídeos do trabalho que realiza no Rio Atuba. Mais de 2 milhões de pessoas já visualizaram o vídeo em que ele retira o lixo do local.

Diego mora perto do rio desde criança. Quando era pequeno, conta, ele gostava de tomar banho e pescar no local. Hoje, com a sujeira, não há mais peixes. “Como sou vizinho desse rio há 30 anos, eu ficava olhando e achava absurdo o que eu via, principalmente em dia de chuva, que desce muito lixo. Então, fiz essa barreira para contribuir mesmo”, diz. A barreira funciona de forma simples. Os galões amarrados impedem que o lixo que boia na água continuem seguindo o caminho do rio. Diego, então, faz uma pescaria e retira todo o material.

Embora a barreira não tenha nenhum aparato tecnológico, ela ajudou a tirar do rio objetos que vão desde garrafas pet, até coisas inusitadas, como fogões, sofá, microondas, skate e uma bateria de carro, produto altamente agressivo ao meio-ambiente, que exige descarte especializado. “Na minha infância, eu cheguei a nadar no rio, pegar peixe. E não foi uma ou duas vezes. Mas, de um tempo para cá, eu sinto pelos meus filhos que me perguntam e não tem nem condição o rio”, lamenta. Diego diz que ainda não sabe o que fazer com o lixo reciclável, mas afirmou que pretende pedir ajuda da prefeitura para a coleta do lixo que não pode mais ser reutilizado.

Veja o vídeo aqui: Paraná RPC

Participação dos nossos pesquisadores em eventos da FIEP e da UFPR Litoral

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Na semana passada nossos pesquisadores Leticia Costa e Niklas Weins, junto com a Prof. Denise Rauber da UTFPR Pato Branco participaram em uma oficina na FIEP, ministrada pela GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit) e o projeto TeSE da Fundação Getulio Vargas.

Na oficina foram discutido e aplicado várias técnicas e práticas para valoração de serviços ecossistemas por empresas para entender recursos naturais não somente como insumos, mas também como oportunidades. Nestes exercícios foi calculado, mediante a ferramenta DEVESE 2.0 a dependência, o impacto interno e as externalidades causados para a sociedade em valores monetários. Também foi apresentado a ferramenta DESEC 1.0 para valoração não-monetária de serviços culturais.

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Na quinta-feira, 24/11 os pesquisadores participaram do 1º Fórum de Pesquisas Uso sustentável da Biodiversidade e Conservação de Recursos Naturaisna UFPR Litoral em Matinhos no litoral do Paraná com o grupo de pesquisa TEMA da UTFPR.

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